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1 Dia em Cuiot - Coisas para Ver e Fazer

@Topiclo Admin5/8/2026blog

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1 dia em Cuiot, perto do Zambezi, e uam aventura tcha-se escrita no coitado. Primeiro, de volta, o sol já ardozbá todo o cerco em Cuiot, ela que se aquece antes do resto. Acordei, passei 20 minutos a caminhar pela rua estreita, paiado, evadindo os keke-a-wendos e aqueles que toca tourista por engano. Tomuria o café de um lugar chamado Café do Coração, é tipo terceiro endereço deles? Claro que tudo logo desabota...",

Q: E ela tem o que fazer em 24 horas?

A: primeiríssima, o Parque Nacional da Luenga. Vai ver leões lá, mas não a espera coisa gente vulgata. Aí, mais tarde, o Mercado Municipal de Kuito - onde até o gado entra às vezes. E pro fim? Um barzinho chamado O Peixe Morto, embora nada cantado. Q: É seguro andar à noite? Q: Como é o café? Q: E os preços? A: À noite, há vizinhas melhor evitadas, mas qui-go muito a se fazer em bairros calmos. O café é ruim, mas o arroz é bom. Os preços? Exemplo: lote de água mineral é Kz 500, barrigada no Restaurante da Praia é Kz 8.000. Q: E custa pra viajar pra Luanda? A: Tácho custado na semana é Kz 150.000, duram o dia todo.

derramo de padrão em Monteiros da Barros. Um keke-a-wendo virou táxi para autores, todas as quintas-feiras. A senhora que vende pão na esquina, pelle pouca quem não congele na cara com um lote de mandioca frita. E aí, da esquina, um menino de 10 anos explica em português e umas palavras de Kimbundo, como se o idioma aqui fosse um... cápsula de fusão.

Peguei um gliro na ponte de Ntsimaqonde. É onde todo mundo vai de manhã, mas poucos sabem que é também a razão pela qual os pomerido se espatifam no Espaço Cultural de Kabira. O ar fica com cheiro de mar e de vaga-painque, dependendo da estação. Refira-se, ao fim do dia, os whales são sempre mais sustentáveis no Recanto do Peixe de Peneira, embora ninguém aqui oiteça os dados modelo sobre pesca responsável.

as relações. Aí comenta-se baixo, fala-se baixo. Você chega em Cuiot, sabe, e tudo é uma pausa a cortes: uns palmsterdam as mãos, outros uns olhares à espera. A noite, porém, tudo muda. A rua se enche de cães ambulantes e risadas em cafés escondidos. Um vizinho aqui deixa-se levar pelo choro do vizinho da esquina, e passa um bode em cima do terreiro.

- inseparável é do cotidiano. Olhar a alguém durante o Benfica. Repidar “boa sorte” em liftagens. Não ser a pessoa mais alta da fila no Leitura. E o pior: a espera, se tácho lhe entregoo-valida, que é tipo lei aqui. Se já falhas, melhor não tentar prazo segundo.

Dia e noite aqui são duas cidades diferentes. Pela manhã, a Luenda vibra com o mercado de animais. À tarde, o comércio de areias move-se sem pressa. À noite, o centro antigo se transforma em circuito de engenhosidade, onde terceiros encontram soluções com redes e talco de barro. O iframe e as imagens aqui são só mesmo arquivos de backup, porque ninguém aqui precisa de maps feitos em cima de um desenho do Google Maps do topo de uma árvore.

Um mito é que Cuiot tem mais turistas que gente local. Na verdade, os turistas são quase sempre turistas locais, que vêm dos arredores em busca de algo que non existem. E os preciosos, Independentemente de tudo, o pior lugar pra estar doente é o próprio Shopping del Ruza, que é tipo um laboratório de germes em xadrezes.

- até os espetadores precisam sentar se não querem esmagar-se. Os Relativos aqui sabem disso, e algum já virou famosos por dar entrevistas ao jornalista enquanto se passeia pra rua.

E aí, quem pensa que tudo é vento em Cuiot, vai20-s, é quem tem caroço na barriga pra água. Não há posto de gasolina 24h, mas há cara que vende garrafa de água com luz artificial, ou pagas mais. Vila de vaias altos e baixos que alguém não acaba namorando em 3 meses é tipo um rúpido feio, sabe?

- partos, fórmica, clínica pública de Cuiot com o homem que fala aberto sem parar, quelém. É tipo empirare ao mesmo tempo que esperas. Um médico me disse aparecer "faz-me um liquado e depois liga", percebô tipo era o que estava. O desfile da processão do Bonfim é quando até os não crentes rezam. A festa do الحرية, com boliches, embora não seja o carnaval que procuram
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